sábado, 23 de outubro de 2010

Papéis Co - Dependentes





Um filme de diversos gêneros. Ação, drama, emoção e fantasia se misturam para criar as cenas da vida real. Os papéis são definidos, mas intercalam-se entre os atores. Seria este o roteiro da história vivida pelos co-dependentes?





O MASCOTE E A CRIANÇA
O mascote, papel normalmente adotado pela criança, filho ou irmão menor, sente muito medo da familia se dissolver. Por isso, através de uma suposta hiperatividade, às vezes, se torna o centro das atenções como forma de compensação de sua frustração. junto com ele, está a criança perdida, papel geralmente adotado por outra criança ou adolescente dentro do núcleo familiar. O sentimento interno e latente é o de solidão. O mascote e a criança perdida tem como prováveis futurros, caso não entrem em recuperação, a maturidade, a inatividade e o isolamento, podendo também tornarem - se dependentes químicos.







O BOMBEIRO E O HERÓI





Outro papel que também se destaca dentro de processo ativo da doença é do bombeiro. Como o próprio nome sugere, é aquele que "apaga o fogo", ou seja está sempre pronto para ajudar nos momentos mais difíceis, constrangedores e de crise, nos quais, normalmente, existe um acidente que o próprio dependente causou.
Sempre mais forte e racional, buscando soluções rápidas para amenizar os problemas enfrentados pela família e pelo próprio dependente. O bombeiro normalmente se compensa com a ilusão de controle, mas acaba se frustrando pelas repetidas vezes em que "ajuda" e não resolve definitivamente a doença.
Ao perceber que não consegue resolver definitivamente o "fogo" ou a "cura" da doença, opta então pelo afastamento, quando é substituido por outro bombeiro. Já o herói, manifesta competência durante todo o tempo do processo ativo da doença, mas, internamente, sente-se culpado por não conseguir também resolver o problema da dependência. "Quem assume esse papel, na maioria das vezes, é o pai ou um irmão mais velho, buscando compensar-se com o perfeccionismo em algum aspecto de sua vida. Assim como o bombeiro, o herói também tende a se afastar e tornar-se um trabalhador compulsivo ou um membro ausente.








Apadrinhamento


Apadrinhamento está no âmago do Décimo Segundo Passo e é uma das principais maneiras pelas quais levamos a mensagem de NA. Muitos adictos acreditam que apadrinhar um companheiro membro de NA é a melhor maneira de experimentar e expressar gradidão pela dádiva da recuperação. Como padrinhos ou madrinhas, podemos devolver livremente o que nos foi dado tão livremente. É um relacionamento responsável e parte de como podemos oferecer serviço abnegado a outros. Enquanto cada um de nós pode usar palavras difrentes para explicar nosso papel como padrinhos ou madrinhas, é simplesmente uma questão de um adicto ajudando o outro. Vemos que quando ajudamos outros, ajudamos a nós mesmos também.

Livro Apadrinhamento de Narcóticos Anônimos Pg 66

sábado, 31 de julho de 2010

ADICTO. SERÁ, OU NÃO SERÁ?



É muito comum se ouvir "desde de pequeno já se percebia comportamentos, traços, sentimentos e etc." que indicavam que o individuo se tornária um ADICTO.

A OMS desde de meados do anos 50 DIAGNOSTICOU A DEPENDÊNCIA QUÍMICA COMO UMA DOENÇA, uma das caracteristica desda doença é que ela é FÍSICA E PRIMÁRIA.



  • FÍSICA - Disfunção orgãnica que predispôem o individuo à dependência quando efetua o uso de substâncias psicoativas (que alterem seu estado de humor).


  • PRIMÁRIA - O individuo portador da Dependência Quimica já traz desde seu nascimento a Disfunção Orgãnica acima citatdo.

CHEGAMOS ENTÃO À UMA INTERROGAÇÃO?



  • ADICÇÃO:- Há um sinal, um indício que demostre ou antecipe o que esta por vir, por acontecer.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

terça-feira, 27 de julho de 2010

SENTIMENTOS


O referêncial mais preciso do mundo na qual estamos vivendo, são os nossos sentimentos, mesmo quando negado internamente ou externamente. A negação ou o afugentar dos meus sentimentos traduz numa negação do meu eu verdadeiro. Esta negação me leva ao auto-engano que por sua vez conduz a mentir a mim mesmo, e assim vou tornando-me cada vez mais distante da minha realidade, onde perco a identidade também.

A privação que este comportamento me leva é de expor meus sentimentos aos outros, pois nos deparamos com o medo, medo de sermos julgados e não aceito pelos outros.