
Um filme de diversos gêneros. Ação, drama, emoção e fantasia se misturam para criar as cenas da vida real. Os papéis são definidos, mas intercalam-se entre os atores. Seria este o roteiro da história vivida pelos co-dependentes?

O MASCOTE E A CRIANÇA
O mascote, papel normalmente adotado pela criança, filho ou irmão menor, sente muito medo da familia se dissolver. Por isso, através de uma suposta hiperatividade, às vezes, se torna o centro das atenções como forma de compensação de sua frustração. junto com ele, está a criança perdida, papel geralmente adotado por outra criança ou adolescente dentro do núcleo familiar. O sentimento interno e latente é o de solidão. O mascote e a criança perdida tem como prováveis futurros, caso não entrem em recuperação, a maturidade, a inatividade e o isolamento, podendo também tornarem - se dependentes químicos.

O BOMBEIRO E O HERÓI
Outro papel que também se destaca dentro de processo ativo da doença é do bombeiro. Como o próprio nome sugere, é aquele que "apaga o fogo", ou seja está sempre pronto para ajudar nos momentos mais difíceis, constrangedores e de crise, nos quais, normalmente, existe um acidente que o próprio dependente causou.
Sempre mais forte e racional, buscando soluções rápidas para amenizar os problemas enfrentados pela família e pelo próprio dependente. O bombeiro normalmente se compensa com a ilusão de controle, mas acaba se frustrando pelas repetidas vezes em que "ajuda" e não resolve definitivamente a doença.
Ao perceber que não consegue resolver definitivamente o "fogo" ou a "cura" da doença, opta então pelo afastamento, quando é substituido por outro bombeiro. Já o herói, manifesta competência durante todo o tempo do processo ativo da doença, mas, internamente, sente-se culpado por não conseguir também resolver o problema da dependência. "Quem assume esse papel, na maioria das vezes, é o pai ou um irmão mais velho, buscando compensar-se com o perfeccionismo em algum aspecto de sua vida. Assim como o bombeiro, o herói também tende a se afastar e tornar-se um trabalhador compulsivo ou um membro ausente.
Sempre mais forte e racional, buscando soluções rápidas para amenizar os problemas enfrentados pela família e pelo próprio dependente. O bombeiro normalmente se compensa com a ilusão de controle, mas acaba se frustrando pelas repetidas vezes em que "ajuda" e não resolve definitivamente a doença.
Ao perceber que não consegue resolver definitivamente o "fogo" ou a "cura" da doença, opta então pelo afastamento, quando é substituido por outro bombeiro. Já o herói, manifesta competência durante todo o tempo do processo ativo da doença, mas, internamente, sente-se culpado por não conseguir também resolver o problema da dependência. "Quem assume esse papel, na maioria das vezes, é o pai ou um irmão mais velho, buscando compensar-se com o perfeccionismo em algum aspecto de sua vida. Assim como o bombeiro, o herói também tende a se afastar e tornar-se um trabalhador compulsivo ou um membro ausente.
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